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Uma Semana nos Rios Concord e Merrimack (1849) é o primeiro livro de Henry David Thoreau, antecedendo em cinco anos a sua obra-prima Walden ou a Vida nos Bosques. Estes foram os únicos livros que Thoreau publicou em vida, ambos entre os mais complexos e ambiciosos da literatura norte-americana do século XIX. Em Uma Semana, a viagem de Thoreau com o seu irmão a bordo do Musketaquid, remando da sua Concord natal às montanhas do estado vizinho, é o leito em que navegam as suas desarmantes reflexões, despertadas aqui e ali pelo simbolismo que vai colhendo das margens dos rios.

Da poesia moderna à filosofia clássica, da história dos índios à dos colonos puritanos, da crítica do cristianismo ao elogio das escrituras orientais, da ode à amizade ao louvor da natureza, nada escapa à erudição, lucidez e rebeldia das suas palavras - reflexo do seu próprio modo de vida, não apenas de uma doutrina abstracta. Obra que transcende o género da literatura de viagem, Uma Semana é uma digressão no tempo (mais do que no espaço), um diálogo sinuoso entre um passado de abundância e um presente despojado, atrás das pessoas e paisagens que se foram, «arrastadas pela corrente», no alvorar da sociedade industrial e materialista. 

Contudo, tal como os dois irmãos regressam ao cais de partida, também a sua viagem supera a perda que testemunha e vem atracar na capacidade infindável de o tempo se recompor.

Uma Semana nos Rios Concord e Merrimack de Henry David Thoreau

19,00 €Preço
  • Uma Semana nos Rios Concord e Merrimack (1849) é o primeiro livro de Henry David Thoreau, antecedendo em cinco anos a sua obra-prima Walden ou a Vida nos Bosques. Estes foram os únicos livros que Thoreau publicou em vida, ambos entre os mais complexos e ambiciosos da literatura norte-americana do século XIX. Em Uma Semana, a viagem de Thoreau com o seu irmão a bordo do Musketaquid, remando da sua Concord natal às montanhas do estado vizinho, é o leito em que navegam as suas desarmantes reflexões, despertadas aqui e ali pelo simbolismo que vai colhendo das margens dos rios.

    Da poesia moderna à filosofia clássica, da história dos índios à dos colonos puritanos, da crítica do cristianismo ao elogio das escrituras orientais, da ode à amizade ao louvor da natureza, nada escapa à erudição, lucidez e rebeldia das suas palavras - reflexo do seu próprio modo de vida, não apenas de uma doutrina abstracta. Obra que transcende o género da literatura de viagem, Uma Semana é uma digressão no tempo (mais do que no espaço), um diálogo sinuoso entre um passado de abundância e um presente despojado, atrás das pessoas e paisagens que se foram, «arrastadas pela corrente», no alvorar da sociedade industrial e materialista. 

    Contudo, tal como os dois irmãos regressam ao cais de partida, também a sua viagem supera a perda que testemunha e vem atracar na capacidade infindável de o tempo se recompor.

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